Legado de pontaria: Joinville comemora 76 anos da tradicional entidade de tiro ao alvo
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Foto: Divulgação -
Tradicional entidade de tiro ao alvo seta em Joinville completa 76 anos de fundação com baile e revelação do Rei, neste sábado
A Sociedade Esmeralda de Joinville sedia neste sábado (dia 19), a partir das 20 horas, o tradicional Baile de aniversário e Festa do Rei do Tiro ao Alvo Seta. Na oportunidade, serão revelados os melhores atiradores da competição da Sociedade Esmeralda.
Esta programação especial começa às 20 horas com um jantar com comida típica e, em seguida, a divulgação do Rei e Príncipes às 21h30. Depois de revelado o novo reinado, às 22 horas haverá o baile. Já o tradicional “café madrugador” será à 1 hora da manhã.
O valor do ingresso do evento jantar, baile com café madrugador antecipado é de R$ 65,00 (antecipado até sexta-feira-18). Vale ressaltar que quem quiser participar apenas do baile, com entrada a partir das 22 horas, o valor é de R$ 20,00 por pessoa.
A Sociedade Esmeralda está localizada na rua José Bonifácio, 259 – bairro Glória (próximo da Decathlon), em Joinville.
Tradicional clube em Joinville
Exatamente no dia 17 de agosto, a Sociedade Esportiva e Recreativa Esmeralda completa 76 anos de fundação, preservando mais que conquistas gravadas em troféus, medalhas e escudos que ocupam uma parede inteira do clube.
O clube guarda lembranças dos bailes, celebrações, amizades e competições amistosas que ocorreram e ainda acontecem em suas dependências.
Fundada por um grupo de amigos que praticavam tiro ao alvo, a história de um dos clubes mais tradicionais da cidade começou em 1947. Maio é o mês da escolha da nova rainha; agosto, é a vez do novo rei.
Primeiro clube de tiro ao alvo seta do Brasil é de Joinville
No dia 26 de dezembro de 1855, começava a história do tiro ao alvo seta em Joinville e no Brasil. A data representa apenas quatro anos e meio da fundação da cidade catarinense. Neste dia, foi fundada a Sociedade de Atiradores de Joinville.
Dois meses depois, Adolf Slaltenhlf Schutzenholf apresentava os estatutos provisórios do Schutzenverein zu Dona Francisca com finalidades esportivas e recreativas, ficando estabelecida uma joia de 200 réis para cada sócio e uma mensalidade de 200 réis. Assim começava a tradição do tiro joinvilense, relatada no livro “Olhos de Águia: Segredos da Arte de Atirar e A História do Tiro em Joinville”, de autoria de José Carlos Paluch.

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